Niterói

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Diácono da Arquidiocese retoma peregrinação a Baependi – MG

Dos dias 24 a 26 de setembro deste ano, o Diácono Nélio do Amparo, apresentador dos programas Tarde de Fé, na Rádio Anunciadora, Niterói na Catedral e Minutos Nhá Chica, na Catedral FM 106,7 e, também, pela Rádio Anunciadora, retoma a peregrinação a Baependi – MG. O retorno está respeitando todos os protocolos sanitários (uso de máscaras durante todo o período, álcool em gel), e será possível conhecer e visitar os lugares onde a Beata Nhá Chica viveu, pregou a caridade e evangelizou. O Diácono destacou em entrevista, no ano de 2019, que “Francisca de Paula de Jesus, chamada carinhosamente, de Nhá Chica, foi uma mulher escolhida pelo Senhor Deus, desde o ventre materno. Seguiu em sua infância, adolescência e fase adulta as orientações de Nosso Senhor Jesus Cristo, amando Deus acima de todas as coisas, venerando Nossa Senhora como sua mãe celestial, dando-se totalmente ao próximo, buscando sempre diminuir a dor do irmão, sustentando  todos com suas orações, seu acolhimento, atendendo as necessidades materiais e espirituais de cada um que a procurava. Por isso, foi chamada mãe dos pobres, viveu sua vida entre a terra e o céu. Uma verdadeira Santa!”, concluiu o Diácono Nélio do Amparo. Segundo o Diácono, na peregrinação haverá um passeio a São Lourenço e Santa Missa em Baependi. Informações pelo telefone ou WhatsApp (21) 98880-7741. Breve história da Bem-Aventurada Francisca de Paula de Jesus Ainda pequena, Francisca de Paula de Jesus, que nasceu em Santo Antônio do Rio das Mortes, distrito de São João del-Rei (MG), chegou em Baependi (MG). Veio acompanhada por sua mãe e por seu irmão, Teotônio. Dentre os poucos pertences, trouxeram uma imagem de Nossa Senhora da Conceição. Em 1818, a mãe de Nhá Chica faleceu, quando ela tinha apenas 10 anos de idade, deixando aos cuidados de Deus e da Virgem Maria, as duas crianças, Francisca de Paula de Jesus, com 10 anos e seu irmão, com então 12 anos. Órfãos de mãe, sozinhos no mundo, Francisca de Paula e Teotônio cresceram sob os cuidados e a proteção de Nossa Senhora, que pouco a pouco foi conquistando o coração de Nhá Chica. Esta a chamava, carinhosamente, de “Minha Sinhá”, que quer dizer: “Minha Senhora”, e nada fazia sem primeiro consultá-la. Nhá Chica soube administrar muito bem e fazer prosperar a herança espiritual que recebera da mãe. Nunca se casou. Rejeitou com liberdade todas as propostas de casamento que lhe apareceram. Foi toda do Senhor. Se dava bem com os pobres, ricos e com os mais necessitados. Atendia a todos os que a procuravam, sem discriminar ninguém e, para todos tinha uma palavra de conforto, um conselho ou uma promessa de oração. Ainda muito jovem, era procurada para dar conselhos, fazer orações e dar sugestões às pessoas que lidavam com negócio. Muitos não tomavam decisões sem primeiro consultá-la, e para tantas pessoas, ela era considerada uma “santa”, todavia, em resposta para quem quis saber quem ela, realmente, era, respondeu com tranquilidade: “… É porque eu rezo com fé”. Sua fama de santidade foi se espalhando de tal modo, que pessoas de muito longe começaram a visitar Baependi para conhecê-la, conversar com ela, falar-lhe de suas dores e necessidades e, sobretudo para pedir-lhe orações. A todos, atendia com a mesma paciência e dedicação, mas nas sextas-feiras, não atendia ninguém. Era o dia em que lavava as próprias roupas e se dedicava mais à oração e à penitência. Isso porque sexta-feira é o dia em que se recorda a Paixão e a Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo para a salvação de todos nós. Às três horas da tarde, intensificava suas orações e mantinha uma particular veneração à Virgem da Conceição, com a qual tratava familiarmente, como a uma amiga. Nhá Chica era analfabeta, pois não aprendeu a ler nem escrever, desejava somente ler as Escrituras Sagradas, mas alguém as lia para ela, e a fazia feliz. Compôs uma Novena à Nossa Senhora da Conceição e, em Sua honra, construiu, ao lado de sua casa, uma Igrejinha, onde venerava uma pequena Imagem de Nossa Senhora da Conceição que era de sua mãe e, diante da qual, rezava piedosamente, para todos aqueles que a ela se recomendavam. Essa Imagem, ainda hoje, se encontra na sala da casinha onde ela viveu, sobre o Altar da antiga Capela. Em 1954, a Igreja de Nhá Chica foi confiada à Congregação das Irmãs Franciscanas do Senhor. Desde então teve início, bem ao lado da Igreja, uma obra de assistência social para crianças necessitadas, que vem sendo mantida por benfeitores devotos de Nhá Chica. Hoje, a Associação Beneficente Nhá Chica (ABNC) acolhe mais de 150 crianças, entre meninas e meninos. A “Igrejinha de Nhá Chica”, depois de ter passado por algumas reformas, é hoje o “Santuário Nossa Senhora da Conceição”, que acolhe peregrinos de todo o Brasil e de diversas partes do mundo. Muitos fiéis que visitam o lugar pedem graças e oram com fé. Tantos voltam para agradecer e registram as graças recebidas. Atualmente, no “Registro de graças do Santuário”, podem-se ler, aproximadamente, 20.000 graças alcançadas por intercessão de Nhá Chica. Nhá Chica morreu no dia 14 de junho de 1895, estando com 87 anos de idade, mas foi sepultada somente no dia 18, no interior da Capela por ela construída. As pessoas que ali estiveram sentiram exalar-se de seu corpo um misterioso perfume de rosas, durante os quatro dias de seu velório. Tal perfume foi novamente sentido, no dia 18 de junho de 1998, 103 anos depois, por Autoridades Eclesiásticas e membros do Tribunal Eclesiástico pela Causa de Beatificação de Nhá Chica e, também, pelos pedreiros, por ocasião da exumação do seu corpo. Os restos mortais da Venerável se encontram hoje no mesmo lugar, no interior do Santuário Nossa Senhora da Conceição, em Baependi, protegidos por uma urna de acrílico colocada no interior de uma outra de granito, onde são venerados pelos fiéis. Por João Dias com informações de www.nhachica.org.br Foto: reprodução do site (gentilmente cedida para a reportagem)

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Crianças são beneficiadas por projeto de comunidade

A Comunidade Católica Dom de Deus, tem uma obra social, “Pequeno Dom”, desde 2007, cujo objetivo é ajudar as crianças da comunidade do Sapê, em Manilha. Segundo o missionário Tony January, “…antes da pandemia, as crianças recebiam auxílio da comunidade, para suprir necessidades materiais e espirituais, das pessoas que chegavam no Sítio São José,  com problemas de separação dos pais, fome e baixa renda”. Ele explicou como funciona e pediu a ajuda dos fiéis da Arquidiocese. “A equipe do projeto leva lanches para as famílias, que são doadas pelos missionários do carisma e benfeitores”. “Os interessados em ajudar na campanha ” Em Casa mais Feliz”, podem colaborar com a doação de: resmas de papel, giz de cera, cola, tesoura escolar, hidrocor, biscoito, açúcar e suco concentrado.  As doações podem ser entregues nos CEF’s, que são próximos da casa do colaborador, ou no projeto Casa Irmã Dulce, localizado em Manilha/Itaboraí”, destacou ele. A Comunidade Dom de Deus deixou uma chave PIX para quem quiser contribuir. É só usar o número: 11.629.385/0001-77 que é o CNPJ. Por João Dias Arte: Dom e Carisma

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Paróquia promove formações sobre discernimento vocacional

A partir do dia 10 de agosto, às 21h, através da plataforma Google Meet, o Padre André, Vigário Episcopal de São Gonçalo, apresenta formações sobre o discernimento Vocacional. O objetivo é fazer um acompanhamento e orientação dos fiéis, no tema dos encontros, “Vida Espiritual e o Discernimento Vocacional”. Para participar da clique neste link: https://meet.google.com/zeb-qauy-gen. Segundo site das “Irmãs Paulinas”, descreve que “para descobrir o que Deus quer, você tem que ouvir, observar e fazer a experiência. Por esta razão, você precisa crescer no “silêncio interior”, para perceber e reconhecer a voz do Senhor. Cuidado com o que se move dentro de você: seus desejos, seus medos, seus pensamentos, suas fantasias, seus anseios, seus planos. Ouça seu coração: o que é que você quer? Aprenda a observar as pessoas ao seu redor: o que Jesus está dizendo a você pela sua pobreza, sua ignorância, sua dor, seus desesperos, a necessidade de Deus …? Olhe para a sua história pessoal: quais foram os momentos mais importantes de sua vida, em que Deus esteve presente ou ausente; o que é realmente importante para você? Por quê? Contemple o futuro: o que você sente quando você pensa na possibilidade de consagrar sua vida a Deus? Você só tem uma vida: para quê e para quem você deseja dedicá-la? Tenha cuidado para discernir, é importante perceber se o que a atrai são sinais de uma chamada real para uma consagração ou são estímulos de Deus, para você intensificar a sua vida cristã como um(a) leigo(a)”, descreve o site, no endereço, http://www.irmaspaulinas.org.br/sete-passos-para-o-discernimento-vocacional/. A paróquia São Gonçalo de Amarante está promovendo todas as sextas, a partir das 21h, através da plataforma Google Meet, no link: https://meet.google.com/rkh-squg-crt, formações sobre a Vida espiritual e o discernimento vocacional, com o Vigário Episcopal de São Gonçalo, Padre André Luis.  As vagas são limitadas. Por João Dias Arte: divulgação

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Diáconos permanentes participam de encontro virtual

Ontem, dia 8 de setembro, os diáconos permanentes e os aspirantes ao diaconato, da Arquidiocese de Niterói, participaram de um encontro online, através do YouTube da Arquidiocese de Niterói. Esse encontro foi restrito aos diáconos e virtual, e nele foi estudado o documento 114 da CNBB. O Padre Carlos Alberto Mesquita, “Carlinhos” destacou alguns pontos importantes do documento, na LIVE que foi realizada em link fechado. O  documento 114 “da CNBB é o resultado do esforço de uma comissão de bispos e assessores, cujo trabalho se inseriu em uma ampla escuta de catequistas, biblistas, pastoralistas e comissões pastorais em âmbito nacional, no anseio de estimular a Animação Bíblica da Pastoral e incentivar todas as forças evangelizadoras, para que a Palavra de Deus esteja ainda mais na vida das pessoas, nutrindo-as e fortalecendo-as no anúncio do Reino”, destaca a nota da CNBB solicitada pelo SECOM. “As indicações apresentadas querem ser o ponto de partida para um rico processo de atuação da Igreja no Brasil, processo que certamente ultrapassará o período de vigência das atuais Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE), recordando que o amor à Palavra de Deus e o compromisso missionário nunca se extinguem”, concluiu a assessoria de imprensa da CNBB. O encontro foi aberto e encerrado pelo Padre Wallace, Pároco da Catedral Metropolitana de Niterói e referencial dos diáconos da Arquidiocese de Niterói. Ele falou sobre a importância de retiros e formações para os diáconos, em sua caminhada vocacional. Por João Dias Foto: Reprodução do YouTube

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Em LIVE formativa seminarista destaca a história da Bíblia

Ontem, dia 8 de setembro, durante o ciclo de formações do Setor de Comunicação (SECOM), em parceria com o Seminário São José, para comemorar o mês da Bíblia, o seminarista Gabriel Ramalho falou sobre: “A Bíblia, uma história contada através da História (Língua, linguagem, material)”. O seminarista destacou que “…todo texto tem um contexto”. “A palavra de Deus entra na história e marca a história da humanidade.”, utilizando o catecismo da Igreja Católica em sua LIVE. Reveja a íntegra da LIVE com o seminarista Gabriel Ramalho, com o tema: “A Bíblia, uma história contada através da História (Língua, linguagem, material)”. Aqui: Reveja, também o seminarista Kelvin, trabalhando a temática da Bíblia, um livro humano e divino (inspiração bíblica): Segunda-feira, prossegue o ciclo de formações, às 20h. Confira as próximas temáticas, por datas: 13 de setembro – A Bíblia, uma coleção de Livros (Antigo Testamento e Novo Testamento. A Formação do Cânon) 15 de setembro – A Bíblia através dos seus livros I (A divisão dos livros – Antigo Testamento) 20 de setembro – A Bíblia através dos seus livros II (A divisão dos livros – Novo Testamento) 22 de setembro – Como ler a Bíblia? (Livro, capitulo, versículo. O itinerário Litúrgico) 27 de setembro – Diferença da Bíblia Católica e da Bíblia Protestante 29 de setembro – A Bíblia no meu dia a dia (Leitura diária da Palavra de Deus) Acesse agora mesmo o YouTube da Arquidiocese, inscreva-se e ative o sininho. O endereço do nosso canal é https://www.youtube.com/arqnit. Por João Dias Arte: Thiago Maia

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Paulinas Niterói promove LIVES sobre os Evangelhos

Hoje, 9 de setembro, a Paulinas Niterói promoverá uma LIVE sobre os Evangelhos.  “Reflexões com os Evangelhos” é o tema dos quatro encontros. O primeiro, hoje, trabalha o Evangelho de São Mateus, e a Paulinas Niterói convidou o Seminarista Lucas, para falar sobre o tema. A nota enviada à redação do SECOM, pela Paulinas Niterói, diz: “Através das narrativas dos quatro evangelistas, queremos nos aproximar do Jesus que se revela na história e caminha conosco. A cada quinta-feira, um evangelho. Contamos com a sua presença.”, destaca a nota. Para participar do evento virtual basta acessar, a partir das 20h, a página da Paulinas Niterói, no endereço: https://www.facebook.com/paulinasniteroi/. Por João Dias Arte: divulgação Paulinas

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Dom José Francisco participa do Seminário Ano São José e Família

Começa no dia 14 de setembro, o Seminário Ano São José e Família Amoris Laetitia, que terá a presença do Arcebispo de Niterói, Dom José Francisco. As inscrições seguem abertas para o encontro virtual, que acontecerá nos dias 14, 15 e 16 de setembro, a partir das 20h, pelo YouTube da Arquidiocese de Niterói. O evento é uma parceria da Arquidiocese de Niterói-RJ, Pastoral da Família e  o Instituto Filosófico e Teológico do Seminário Arquidiocesano São José. A seção brasileira do Pontifício Instituto Teológico João Paulo II para as Ciências do Matrimônio e da Família apoia o Seminário e emitirá a declaração de participação, aos que o desejarem. O Professor Doutor Padre Rafael Fornasier destacou que “o Seminário contará com a presença do Arcebispo de Niterói-RJ, Dom José Francisco Rezende Dias, Dom Luiz Antônio Lopes Ricci, Bispo da Diocese de Nova Friburgo-RJ, Dom Ricardo Hoepers, Bispo da Diocese de Rio Grande-RS e Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, o casal de doutores José Mário e Suzana Brasiliense Carneiro. O evento será moderado pelo Prof. Dr. Pe Rafael Cerqueira Fornasier”, disse ele à redação do Niterói Católico. “O evento tem por objetivo oferecer aprofundamentos no que concerne, de um lado, à figura de São José, padroeiro universal da Igreja, a partir da Carta Apostólica Patris Corde, e, por outro, às relações familiares na atualidade, a partir da Exortação apostólica pós-sinodal Amoris laetitia, ambos os textos do Papa Francisco”, prosseguiu o sacerdote. Os inscritos que desejarem declaração de participação deverão assinalar no formulário abaixo. O Padre Rafael informou que a mesma, terá “a chancela do Instituto Filosófico e Teológico do Seminário São José, da Arquidiocese de Niterói e do Pontifício Instituto Teológico João Paulo II para as Ciências do Matrimônio e da Família, com carga horária de 5 horas-aula”, informou. Faça a inscrição aqui: Carregando… Link para inscrição: https://forms.gle/Y31HC9XJxFKc4GwX9 Por João Dias Arte: Thiago Maia

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Formação para os diáconos permanentes hoje às 20h

Os Diáconos Permanentes, da Arquidiocese de Niterói, estarão reunidos, hoje 8 de setembro, através do YouTube da Arquidiocese de Niterói, para o encontro dos Diáconos do ano de 2021. O reunião será virtual, e irá estudar o documento 114 da CNBB e para este estudo, o Padre Carlinhos irá refletir pontos importantes na LIVE formativa. Os diáconos já estão recebendo o link fechado, para participar do encontro, que tem início às 20h. O Diácono Reynald, informou que “no ano de 2021, em que estamos celebrando o jubileu de ouro do Mês da Bíblia, em setembro, o melhor modo de celebrar o jubileu, é acolher esse texto, refletir e praticar a Palavra, grande instrumento de serviço à evangelização.  Essa é a missão do diácono”, disse ele. Para o Papa Francisco, ‘O diácono é o guarda do serviço na Igreja. […] Vós sois os guardas do serviço na Igreja: o serviço à Palavra, o serviço no Altar, o serviço aos Pobres’, finalizou o diácono. Sobre o documento 114, a CNBB informou que “o Estudo de número 114 da CNBB é o resultado do esforço de uma comissão de bispos e assessores, cujo trabalho se inseriu em uma ampla escuta de catequistas, biblistas, pastoralistas e comissões pastorais em âmbito nacional, no anseio de estimular a Animação Bíblica da Pastoral e incentivar todas as forças evangelizadoras, para que a Palavra de Deus esteja ainda mais na vida das pessoas, nutrindo-as e fortalecendo-as no anúncio do Reino”, destaca a nota. “As indicações apresentadas querem ser o ponto de partida para um rico processo de atuação da Igreja no Brasil, processo que certamente ultrapassará o período de vigência das atuais Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE), recordando que o amor à Palavra de Deus e o compromisso missionário nunca se extinguem”, concluiu a assessoria de imprensa da CNBB. Os diáconos que não receberam o comunicado, procurem o diácono Reynald para outras informações, e não se esqueçam da  LIVE formativa, no dia 8 de setembro às 20h. O Diaconato O diácono é ícone de Jesus Cristo, servidor: o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar sua vida como resgate por muitos (Mt 20,28). Jesus nos ensinou que quem quiser ser o maior deve ser o servo de todos (cf. Mc 10,42-45), e esteve entre nós, como aquele que serve: “Eu, porém, estou no meio de vós como aquele que serve!” (Lc 22,27). O diaconato é ministério presente desde o início da Igreja, e o Magistério da Igreja vê a sua origem na escolha dos sete homens dos Atos dos Apóstolos 6, 1-11. Os Doze convocaram então a multidão dos discípulos e disseram: “Não é conveniente que abandonemos a Palavra de Deus para servir às mesas. Procurai, antes, entre vós, irmãos, sete homens de boa reputação, repletos do Espírito e de sabedoria, e nós os encarregaremos desta tarefa. Quanto a nós, permaneceremos assíduos à oração e ao ministério da Palavra”(…). “Apresentaram-nos aos apóstolos e, tendo orado, impuseram-lhes as mãos” (At 6,2-4.6). Há referências explícitas aos diáconos, nas cartas de Paulo: Fl 1,1; 1 Tm 3,8-13. Ordenados para o serviço Seguindo a prática das primeiras comunidades cristãs, testemunhada na Sagrada Escritura e conservada na Tradição, a Igreja continua escolhendo homens que possam exercer um ministério de serviço. Para isto, o rito essencial da ordenação diaconal é a imposição das mãos e a oração, realizadas pelo Bispo. Esta oração pede a Deus Pai que consagre o ordenando como diácono, e que envie sobre ele os dons do Espírito Santo, para que possa exercer, com fidelidade, o ministério de serviço. Nela se apresenta o que se espera de um diácono: amor sincero, solicitude para com os pobres e os enfermos, autoridade discreta, simplicidade de coração e uma vida, segundo o Espírito Santo. A Ordem confere ao diácono um sinal que não pode ser apagado, pois o configura ao Cristo, servidor de todos. Por conseguinte, o diácono se torna um “imitador” da vida do Senhor, prolongando no mundo o serviço iniciado por Ele. O candidato não é ordenado para o sacerdócio, mas para o serviço, como especificado na Constituição Dogmática Lumen Gentium, nº 29: “administrar o Batismo solene, conservar e distribuir a Eucaristia, assistir e abençoar, em nome da Igreja, os matrimônios, levar o viático aos moribundos, ler a Sagrada Escritura para os fiéis, instruir e exortar o povo, presidir o culto e as orações dos fiéis, administrar os sacramentos e presidir os ritos dos funerais e da sepultura”. E, ainda, de maneira sintética, o mesmo texto diz: “servem o Povo de Deus na diaconia da Liturgia, da Palavra e da Caridade”. Diáconos transitórios e permanentes O Concílio Vaticano II, na Lumen Gentium nº 29, coloca para a Igreja a recuperação do diaconato permanente, no qual ficarão os homens que se sentem chamados a desempenhar a função de serviço proposta ao ministério diaconal. Podem ser admitidos homens casados e solteiros – sendo que estes últimos viverão o celibato. Cresce, cada vez mais, a consciência da Igreja sobre a Ordem dos diáconos e de suas funções, na edificação do Corpo de Cristo. Os diáconos transitórios são aqueles que recebem o primeiro grau da ordem, em função de receberem o segundo: o presbiterado. Neste caso, apenas os homens solteiros e dispostos a viverem o celibato podem ser aceitos. Possuem a mesma dignidade e funções dos diáconos permanentes, mas se preparam para exercer uma futura função sacerdotal. Por João Dias Textos de apoio: Santa Sé e Catecismo da Igreja Arte: divulgação

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