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Vaticano

Igreja em Roma reza por Padre Maurizio, sequestrado na Nigéria

Cidade do Vaticano (RV) – Do Papa ao Vigário do Pontífice para a Diocese de Roma, Dom Angelo De Donatis. De diversas partes elevam-se orações pelo sacerdote Maurizio Pallù, da Diocese de Roma, sequestrado na N... Leia Mais »

Gregoriana promove ciclo de lições sobre ‘Humanae vitae’

Roma (RV) – Em 1968 foram lançados “Introdução ao cristianismo”, de Joseph Ratzinger, “A Igreja e o segundo sexo”, de Mary Daly e “Sobre a teologia do mundo”, de Johann Baptist Metz, enqu... Leia Mais »

Cardeal Tauran: mensagem aos hindus pela festa de Deepavali

Cidade do Vaticano (RV) – O Presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, Cardeal Jean Louis Tauran, enviou uma mensagem por ocasião da festividade hindu de Deepavali, que se celebra no próximo di... Leia Mais »

Conflito entre Catar e Arábia Saudita por trás do atentado em Mogadíscio?

Mogadiscio (RV) – A crise do Golfo envolvendo Catar e Arábia Saudita poderia estar por trás do atentado em Mogadíscio em 14 de outubro que provocou, segundo o último balanço, ao menos 300 mortos e mais de 200 feridos.

Esta é a tese defendida por Luca Puddu, Senior Africa Analyst, do Institute of Global Studies, expert em Somália, falando à Agência Fides.

“Com toda a prudência que o caso exige, se poderia dizer que, se o governo de Mogadíscio acusou o movimento dos “al Shabaab” de ter cometido o atentado, um ato tão sangrento que atinge a população civil, se contradiz, pois o ato não contribui para consolidar a imagem do movimento de libertação nacional sobre o qual os Shabaab buscam construir a própria retórica”, explica o pesquisador.

“Por outro lado, os Shabbab negaram serem os responsáveis pela explosão. Visto a contingência do momento, penso que o atentado tem por objetivo enfraquecer o governo federal, que já é acusado pela extradição para a Etiópia, há cerca de um mês, de Abdikarin Sheikh Muse, membro de ponta do Ogaden National Liberation Front (ONLF), o que suscitou fortes protestos da oposição parlamentar, que apresentou uma moção de desconfiança em relação ao Premier Hassan Ali Khayre”, disse Puddu.

“É necessário, ademais, contextualizar as vicissitudes da Somália - incluído o último atentado - no grave conflito no Golfo Pérsico entre Arábia Saudita e Emirados Árabes de um lado, e Catar de outro. O governo federal somali mantém formalmente uma posição neutra neste conflito, mas de fato apoia de forma mais ou menos aberta o Catar. Mogadíscio colocou à disposição o seu espaço aéreo para a Qatar Airlines como alternativa ao fechamento do espaço aéreo pela Arábia saudita e pelos Emirados, cujos governos exerceram repetida pressão sobre autoridades federais somalis para que assumissem uma posição de clara condenação do Catar. Até agora, porém, o governo federal tem resistido a estas pressões”, constata Puddu.

“Por outro lado, o Presidente Mohamed Abdullahi "Farmajo" Mohamed venceu as eleições deste ano graças também à ajuda financeira do Catar, e sobretudo está construindo uma aliança preferencial com o Catar, mas mais ainda com a Turquia, aliada de Doha, que está construindo uma base militar na Somália, para treinar oficiais e sub-oficiais do exército somali”, acrescenta o pesquisador.

“A política filo-catariana de “Farmajo” é porém contestada pela maior parte dos Estados da Federação, como o Puntland, isto para não falar do Somaliland, que acolhe em Berbera uma base dos Emirados. Em 8 de outubro reuniram-se em Chisimaio os Presidentes dos Estados regionais para falar sobre a reforma constitucional e sobre o processo de paz, de forma totalmente independente do governo federal”.

“Assim, criou-se uma forte divisão entre os governos federados e o federal, com os primeiros alinhados com a Arábia saudita e os Emirados e o segundo com o Catar. Neste contexto, o atentado de Mogadíscio visa enfraquecer ulteriormente o governo federal, demonstrando que não é capaz de garantir a segurança em Mogadíscio. Recordemos que o discurso da segurança foi fundamental para o atual Presidente na vitoriosa campanha eleitoral”, conclui o pesquisador”.

Na explosão, também foi atingida a Embaixada do catar, segundo declarou o Ministro do Exterior de Doha, Xeique Mohammed bin Abdulrahman Al Thani. (JE/Fides)

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Mianmar: Esperados 300 mil fiéis na Missa com o Papa

Yangon (RV) -  Mais de 300 mil pessoas devem participar da missa presidida pelo Papa Francisco em Yangon, Mianmar, no dia 29 de novembro, no campo de esportes de Kyaikasan, assegurou o Cardeal Charles Maug Bo no domingo, 15 de outubro.

A celebração será aberta a todos, desde que se registrem oficialmente antes do evento.

Myanmar está entusiasmado por ter a presença do Santo Padre, que visitará o país de maioria budista de 27 a 30 de novembro, de onde partirá para o país vizinho, Bangladesh.

"Alguns dias atrás, tivemos uma série de reuniões com todos os bispos e outros de 16 dioceses em Yangon para finalizar e trabalhar nos detalhes da visita papal", disse o Cardeal Bo, Arcebispo de Yangon.

Na agenda do Papa, a visita a Aung San Suu Kyi, Conselheira Estadual (um cargo semelhante a um Primeiro-Ministro), o encontro com o Corpo Diplomático e autoridades.

O Pontífice também terá encontros com os principais monges budistas e líderes de outras religiões, além de se reunir com os bispos, sacerdotes, religiosos e cidadãos do país, em uma série de programas intensos.

Durante sua  permanência em Myanmar, o Santo Padre será acompanhado pelo Cardeal Bo.

Vários comitês estão sendo formados para uma melhor preparação e acolhida da histórica visita do Santo Padre a este país da Ásia do Sul.

O Arcebispado, onde o Papa ficará nas três noites em que estará no país, foi pintado de branco e ganhou um novo aspecto para a ocasião. O Papa também irá presidir uma celebração na Catedral de Santa Maria, próxima ao Arcebispado.

De acordo com o governo e os dados da ONU  (2016), Mianmar tem 88,9% de budistas, 6,3% de cristãos, 2,3% de muçulmanos, 0,5% de hindus, 0,8% de animistas, 0,2% outros (Sikhs, Confucionistas, Fé Bahá'í e Zoroastrians) e 0,11 % nenhuma religião.

Os 700 mil católicos do país de 51 milhões de habitantes estão distribuídos em 16 dioceses católicas. (JE/mattersindia)

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Lateranense: Encontro sobre a espiritualidade e teologia da Reforma

Roma (RV) – “Paixão por Deus. Espiritualidade e teologia da Reforma 500 anos após seu alvorecer”, é o tema da Convenção internacional que se realiza na Pontifícia Universidade Lateranense no... Leia Mais »

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