Niterói

Notícias Arquidiocesanas

Seguem abertas as inscrições para a 2ª edição do Festival de Música Católica

A Comunidade São José, no bairro do Peró em Cabo Frio, pertencente à Paróquia Nossa Senhora da Assunção, está com inscrições abertas para o festival de música católica. O São José Festival está em sua segunda edição.  Os interessados em participar do evento devem ler o regulamento e fazer a inscrição através do www.facebook.com/saojosefest, ou pelo e-mail: saojosefetival@gmail.com ou telefone (22) 99909-4526. Segundo informou a organização do Festival, na primeira edição, bandas e músicos de todo o Estado do Rio de Janeiro se inscreveram. Nesta  edição, a premiação para o 1º Lugar é de R$ 1.500,00, para o 2º,  R$900,00 e o 3º, R$ 600,00, todos com troféus. Ainda segundo a organização, a música campeã terá o clip gravado. Por João Dias Arte: Divulgação

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Praia de Itaipu será sede da Campanha Janeiro Branco no sábado

No dia 18 de janeiro, sábado, a partir das 9h, vários profissionais voluntários das áreas de Psicologia, Serviço Social e Biomedicina organizarão um mutirão de conscientização sobre a importância do cuidado da Saúde Mental e Emocional, através de momentos de reflexão sobre o sentido e o propósito da vida, qualidade de relacionamentos e autoconhecimento. A “Campanha Janeiro Branco”, que há seis anos acontece em todo o país, tem o objetivo de alertar sobre a necessidade de refletir e prevenir o adoecimento mental/emocional das pessoas e contribuir para a valorização da subjetividade humana. A Campanha acontece sempre no mês de janeiro, atendendo ao simbolismo de que o primeiro mês do ano é como uma “folha em branco”, pela qual as pessoas podem ser inspiradas a refletir e a escrever e/ou reescrever a história de suas vidas.  Em todo o país acontecem ações independentes, para alertar sobre a importância de dar visibilidade ao tema Saúde Mental, e a importância de traçar estratégias e políticas públicas que atendam à população, e sejam capazes de atuar na prevenção do adoecimento mental/emocional. Segundo uma das organizadoras, a psicóloga Paula Barreto, especialista em psicopedagogia, “A Campanha Janeiro Branco, a maior Campanha do mundo em prol da construção de uma cultura da Saúde Mental na humanidade, nasceu para tornar realidade o ideal de um mundo mais saudável em relação a tudo o que diz respeito à subjetividade dos indivíduos”. “Por isso, precisamos falar sobre Saúde Mental, convidando as pessoas para cuidarem de si e da saúde de todos, contribuindo para um mundo com mais sentido, mais harmonia e mais culturas saudáveis para as mentes, os corpos e as relações sociais de todos.”, completou a psicóloga. Ela enfatiza que o “mundo pede, o mundo precisa e todo mundo que compõe a humanidade tem direito à Saúde Mental  e a informações sobre Saúde Mental. Somente conhecendo as corretas informações sobre tudo o que pode produzir Saúde e Saúde Mental nas vidas dos indivíduos é que conseguirão ajudar as pessoas a terem vidas mais harmônicas, mais felizes, mais saudáveis, com mais sentido e com mais propósitos e que façam bem a todos. Precisamos falar sobre Saúde Mental e sobre tudo o que diz respeito às múltiplas dimensões da Saúde Mental dos indivíduos e das instituições sociais”, destaca a psicopedagoga. “Precisamos falar sobre Saúde Mental e ensinar os indivíduos a pensarem sobre as condições pessoais, sociais, materiais, culturais, subjetivas e objetivas nas quais vivem, nas quais se relacionam e nas quais reproduzem as suas existências. Todo ser humano precisa aprender a cuidar da sua Saúde Mental e da Saúde Mental das pessoas com quem convive e com quem se relacionam no dia-a-dia.”, explica Paula Barreto. Ela aproveitou a oportunidade para reforçar o convite: “de agora até janeiro de 2020, a Campanha Janeiro Branco convida todo mundo a pensar em formas, estratégias, temas, questões, assuntos, ações, iniciativas e abordagens capazes de inspirar e de estimular as pessoas e as instituições sociais a refletirem sobre Saúde Mental e as suas variadas facetas, as suas múltiplas dimensões. O nosso grupo de Psicólogos da Região oceânica de Itaipu repetirá,  em janeiro de 2020, a grande e simples ação que aconteceu em janeiro do ano passado. Será no dia 18 de janeiro às 9h, na Praia de Itaipu, no famoso e agradável quiosque do Jorginho, parceiro fiel da Campanha”, finalizou a psicóloga. Na praia, o grupo estará conscientizando as pessoas da necessidade urgente de falar sobre a Saúde Mental. Serão distribuídos panfletos sobre a campanha e os interresados em participar da Campanha, compareçam no dia ou utilizem as hashtags: #QuemcuidadamenteCuidadavida, #Vemprasaudemental e #janeiroBranco. Por João Dias com informações de Paula Barreto Foto: Arquivo

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24 horas de oração no Santuário Arquidiocesano Jesus Crucificado

Localizado no Vicariato Rural, o Santuário de Jesus Crucificado, em Porto  das Caixas, realiza nos próximos dias 25 e 26 de janeiro, a 52°  vigília de 24h de oração, fazendo memória de um fato, que marca a vida da Paróquia,  e que deu origem ao Santuário. O fenômeno que aconteceu na pequena Igreja de Nossa Senhora da Conceição, em 1968. Neste ano, a vigília terá como tema “A PAIXÃO DE CRISTO NOS IMPULSIONA”, e a missa de abertura será presidida pelo Pe. Pedro Moraes, que, ao término da Celebração Eucarística, expõe o Santíssimo Sacramento, que será adorado. A programação na madrugada contará com Via Sacra e procissão luminosa, a partir das 03h e Missa às 05h, celebrada pelo Pe. Siro, no novo Santuário. No decorrer do dia 26, haverá celebrações às 7h30min, 9h30min e 11h30min. Na parte da tarde, às 15h será rezada a Via Sacra dos enfermos. O encerramento deste dia oracional será com a Missa, presidida pelo Pe. Marcos, Reitor do Santuário, às 19h. Durante toda a vigília os sacerdotes atenderão às confissões. Toda comunidade católica é convidada a participar das 24 horas de Adoração a Jesus Sacramentado. Quem ainda não conhece o Santuário Arquidiocesano de Jesus Crucificado, é convidado a fazer essa experiência aos pés do Crucificado que, em 1968, verteu sangue, e continua a derramar suas bênçãos e graças sobre quem O procura. Na Paixão de Cristo somos um. O Santuário fica localizado na Av. Nossa Senhora da Conceição, s/n, em Porto das Caixas, Itaboraí. Para mais informações, entre em contato pelo tel.: (21)3639-6205. Por Íngrid Bianchini Arte: divulgação

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Curso Estrela da Evangelização tem início em Fevereiro

Curso Estrela de Evangelização, no Seminário São José, em Niterói, tem início em 08 de fevereiro O Instituto Filosófico Estrela de Evangelização, no Seminário São José, em Niterói, estará com inscrições abertas para próxima turma de Teologia, no dia 08 de fevereiro, primeiro dia de aula. Para a matrícula, os interesssados deverão apresentar xerox da identidade e do certificado de conclusão do ensino médio. O curso, com duração de quatro anos, tem custo mensal de R$ 100,00 (cem reais), e é ministrado aos sábados, das 8h às 12h. Criado por Dom Carlos Alberto Navarro, em 06 de março de 1991, o curso iniciou suas atividades no dia 09 de março de 1991. O Instituto Estrela da Evangelização é a resposta a um antigo sonho de padres e leigos da Arquidiocese de Niterói, que ansiavam por uma formação teológica simples e acessível. Dúvidas e informações, entrar em contato pelo telefone (21)99314-3568. Por Íngrid Bianchini Arte: divulgação

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NOTA DE SOLIDARIEDADE DA ARQUIDIOCESE DE NITERÓI

  A Arquidiocese de Niterói, manifesta sua união com os irmãos e irmãs atingidos pelas fortes chuvas. Apresentamos nossa solidariedade àqueles que perderam suas casas e seus bens. Imploramos a Deus que lhes conceda coragem e esperança na reconstrução da vida, para que, com o apoio e a ajuda fraterna dos irmãos, continuem acreditando que a vida é bela, que vale a pena defendê-la, amá-la e valorizá-la. Aos moradores do bairro Luiz Caçador, Jardim Catarina e Trindade da cidade de São Gonçalo, que foram atingidos pela chuva dessa manhã, várias Paróquias de nossa Arquidiocese já estão se mobilizando na ajuda. Niterói, 13 de janeiro de 2020 Arquidiocese de Niterói

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Sinos do antigo Convento Nossa Senhora dos Anjos serão preservados

O Museu de Arte Religiosa e Tradicional/Instituto Brasileiro de Museus do Ministério do Turismo (Mart/Ibram) informou que os sinos do campanário do antigo convento Nossa Senhora dos Anjos, em Cabo Frio, serão removidos para preservação. A medida, segundo informou a entidade, visa manter a integridade desses bens culturais centenários. Os três sinos que compõem o campanário do antigo Convento franciscano serão, temporariamente, removidos de seu local de origem. A medida, coordenada pelo Museu de Arte Religiosa e Tradicional/Ibram, está programada para acontecer nos dias 20, 21 e  22 de janeiro, entre as 08 e 18 horas, como publicado no Facebook do Museu. “Em nosso trabalho regular de conservação, que envolve o monitoramento da integridade dos bens expostos à ação do tempo, detectamos o desgaste na estrutura de sustentação dos sinos. Portanto, a medida possui o caráter preventivo, para assegurar a integridade desses bens culturais”, explicou a Professora Doutora Carla Renata Antunes de Souza Gomes, Diretora do Mart/Ibram, em realese enviado à imprensa. Ainda no comunicado, a diretora informou que o processo de retirada dos sinos será executado por um dos maiores especialistas no assunto no Brasil, o sineiro Manoel Cosme dos Santos, ou Manoel dos Sinos, como é nacionalmente conhecido entre os estudiosos da arte sacra. No seu currículo estão trabalhos realizados para o Santuário Nacional de N. S. Aparecida (SP), Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro (RJ), Catedral de Petrópolis (RJ) e Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé (RJ), apenas para citar alguns. O trabalho, complexo, contará com a experiência de Manoel dos Sinos e sua equipe e envolverá a proteção da fachada do antigo Convento e do alpendre, o destelhamento do campanário para o içamento dos sinos maiores e o transporte dos três sinos retirados para o interior do Museu, além do diagnóstico do estado de conservação das peças que auxiliará a construção do projeto de restauração. Por estarem na área externa do edifício – expostos aos ventos, às chuvas e à umidade –, com o tempo, houve a corrosão das peças metálicas que fixam os sinos nas coroas de madeira. Em 2017, com vistas a proteger os dois sinos maiores que adornam os vãos do campanário, o Mart/Ibram providenciou um escoramento provisório, seguindo a orientação do Escritório Técnico da Região dos Lagos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan. Mas, segundo a museóloga Aline Cadaxo, responsável pelo acervo, os danos nos sinos se intensificaram nos últimos anos, exigindo a medida extrema da retirada com vistas a sua recuperação. Impacto semelhante, provocado pela ação do tempo e das condições climáticas, foi observado pelo arquiteto responsável pela adaptação das ruínas do Convento para o Museu no final da década de 1960. Em relato, o arquiteto Edgard Jacintho da Silva falou dos constantes ventos da região, que carregavam fragmentos que funcionaram como um abrasivo nas paredes do Convento e contribuíram para que o monumento se tornasse ruína na primeira metade do século XX. A diretora, Carla Renata, explica que o objetivo do Mart/Ibram é realizar a intervenção de restauro dos sinos para sua realocação no campanário. Porém, a complexidade do processo exige que ele seja fracionado em várias etapas, por envolver peças cujo peso individual pode chegar a uma tonelada. Nesse primeiro momento, após a retirada dos sinos do seu lugar de origem, eles ficarão resguardados no Mart/Ibram, em local adequado, orientado pelos técnicos do Iphan, e poderão ser visitados de perto pelo público. Esta também será a oportunidade para a obtenção de informações sobre os objetos, visto que muitos sinos trazem o nome do responsável e a data da fabricação registrados em sua estrutura. No campanário, o seu acesso era difícil e impossibilitava aos pesquisadores identificar a existência de dados. Os sinos integram a estrutura do antigo Convento de Cabo Frio, preservada como patrimônio nacional pelo Iphan, em 1957. O Convento de N. S. dos Anjos começou a ser construído em 1686 e as atividades religiosas dos frades franciscanos no local iniciaram-se em 13 de janeiro de 1696. Com a criação do Museu de Arte Religiosa e Tradicional, em 1968, por meio de convênio com a Arquidiocese de Niterói, o Governo Federal assumiu a gestão do espaço com enfoque na sua preservação e difusão. O acordo da Mitra de Niterói, proprietária do imóvel, foi renovado com o Instituto Brasileiro de Museus – Ibram, órgão do Ministério do Turismo responsável pelo Museu de Arte Religiosa e Tradicional, em agosto de 2019, com a intermediação da Paróquia de Nossa Senhora da Assunção. Entre as competências assumidas pelo Ibram no documento, estão a manutenção do edifício e do acervo sob sua cautela. A ação para a preservação dos três sinos do antigo Convento corresponde às exigências do acordo com a Arquidiocese e representa a execução prática da implementação do planejamento de gestão de riscos pelo Museu, em consonância com as determinações nacionais e internacionais de proteção ao patrimônio. Após a retirada, os sinos ficarão expostos no interior do Mart/Ibram, para visitação, de terça à sexta, das 10 às 17 horas, e sábados e feriados, das 14 às 18 horas. A entrada é gratuita. O antigo Convento de Nossa Senhora dos Anjos está situado no Largo de Santo Antônio, s/nº – Centro de Cabo Frio. Por João Dias com informações de Maria Lucia e Mart/Ibram Foto: Acervo Mart/Ibram

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Cento e onze anos de Fundação do Seminário Arquidiocesano

Hoje, dia 11 de janeiro, o Seminário Arquidiocesano São José, completa 111 anos de fundação, formando sacerdotes, desde 1909. Por Decreto Imperial, de 02 de dezembro de 1854, o prédio pertenceu à 1a Baronesa da Soledade, Francisca Elisa Xavier, que nasceu em 1786 e faleceu em 1855. A Baronesa era uma grande proprietária de terras, na região dos atuais bairros de São Lourenço e Fonseca. O título de Baronesa da Soledade foi conferido a Francisca Elisa Xavier, por Dom Pedro II, em 1854. Após sua morte, a propriedade foi vendida ao Comendador José Duarte Galvão Júnior, e em 1897, cedida à Diocese de Niterói, hoje Arquidiocese de Niterói, depois de permanecer muitos anos fechada. Em 1909, ali se fixou o Palácio Episcopal, por iniciativa do Bispo da época, Dom Agostinho Benassi e, no mesmo ano, passou a abrigar o Seminário Diocesano  São José. Em 30 de dezembro de 1992, pelo processo de número 6.539, o prédio foi tombado pelo município de Niterói: “…  de caráter neoclássico, do arquiteto italiano Antônio Forchini. Apresenta uma composição simétrica em todas as fachadas. O corpo central possui, no pavimento térreo, o acesso principal, precedido por uma escada de convite. Quatro janelas, dispostas duas a duas, ladeiam a porta. No pavimento superior, cinco janelas francesas se abrem para um balcão sacado e corrido. A fachada principal se completa com a presença de dois corpos dispostos simetricamente, contendo, cada um, duas janelas por pavimento. Todo o prédio é encimado por entablamento, platibanda e frontão triangular na fachada principal, possuindo pilares e cunhais com capitéis clássicos.” (Trecho do decreto de tombamento).  Breve história Dentre as edificações suntuosas, erguidas pela nobreza brasileira, em meados do século   XIX, como símbolo de posição social e prosperidade econômica, podemos ressaltar que o Palacete da Soledade é um exemplo significativo da arquitetura senhorial oitocentista, na Província do Rio de Janeiro. Prédio de feições neoclássicas, foi construído entre 1846 e 1849, para servir de residência a D. Francisca Elisa Xavier (1786 -1855), natural de Pati do Alferes, 1aBaronesa da Soledade. Grande proprietária de terras na região dos atuais bairros de São Lourenço e Fonseca, na época, áreas essencialmente rurais, com recantos bucólicos, onde soberbas mangueiras, pés de ficus e oitis dominavam a paisagem, D.Elisa Xavier havia contraído matrimônio, em 04 de setembro de 1804, com Manoel Francisco Xavier, Capitão-mor da Vila de Nossa Senhora da Conceição do Alferes, açoriano, rico proprietário rural, senhor das fazendas Freguesia (atual Arcozelo), Maravilha, Santa Teresa e do sítio Cachoeira, todas as referidas propriedades em Paty do Alferes, na Província do Rio de Janeiro. Em 1838, nas fazendas Freguesia e Maravilha, sob a liderança de Manoel Congo, eclodiram levantes de escravos, que se espalharam pela região cafeeira do Vale do Paraíba fluminense. A repressão aos rebeldes coube a Laureano Correia e Castro, Barão de Campo Belo, comandante da Guarda Nacional na região, resultando na prisão de escravos e na condenação de Manoel Congo à pena de morte na forca. Viúva em 1840, D.Francisca Elisa empreendeu a construção de sua residência, na Imperial Cidade de Niterói, então capital da Província fluminense. A edificação histórica, de dois pavimentos, coroada por um frontão triangular, foi posicionada sobre um outeiro, cercado por palmeiras imperiais, a cavaleiro da confluência entre as ruas Genserico Ribeiro e Dr. Carlos Maximiano, antiga Rua da Soledade. Parte significativa das terras do bairro do Fonseca tinham sido desmembradas de uma grande fazenda de cana-de-açúcar existente na região, propriedade de José da Fonseca e Vasconcellos e de sua esposa, D. Dionísia Maria da Silva Sandoval. Dentre os senhores de terra que empreenderam benfeitorias na área supracitada, podemos assinalar o Brigadeiro João Nepomuceno Castrioto, Constantino Pereira de Barros, Barão de São João de Icaraí, e o Comendador Boaventura Ferreira Maciel, imortalizado na denominação da Alameda São Boaventura, inaugurada em 1909. A Baronesa da Soledade também teve seu título perpetuado na designação da Travessa Baronesa, atual Travessa Ari Pinto Lima. Nos arredores do Palacete da Soledade, havia o Largo da Ponte de Pedra, logradouro alusivo à primeira ponte de cantaria lavrada erguida na então Vila Real da Praia Grande. A obra foi executada em 1820, sendo arrematante do contrato, Antônio Francisco Caetano; a referida ponte estava localizada sobre o Rio dos Passarinhos, exatamente no encontro das ruas de São Lourenço, de Santana, atual Benjamin Constant, e da Soledade. Em virtude do falecimento da Baronesa, em 12 de outubro de 1855, sem deixar descendentes, o patrimônio do casal Xavier foi legado, em grande parte, a filhos de criação, adotados ao longo da vida. O palacete da Soledade foi deixado em testamento pela Baronesa à sua dileta amiga, D. Francisca Airosa Galvão, filha do comendador Duarte Galvão e esposa do médico Dr. Mateus de Andrade. Após muitos anos fechado, o venerando prédio foi doado à Diocese de Niterói em 1909, tendo abrigado o Palácio Episcopal, por iniciativa do Bispo Dom Agostinho Benassi. Naquele mesmo ano, o prédio passou a abrigar o Seminário Diocesano de São José, instituição ainda hoje lá sediada. Por João Dias Fontes: Prefeitura de Niterói e Arquivo Arquidiocesano Texto: Breve história publicado em arqnit.org/arqnit/seminario/ Foto: Arquivo

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2ª edição do Festival de Música Católica irá movimentar Cabo Frio

A Comunidade São José, no bairro do Peró em Cabo Frio, pertencente à Paróquia Nossa Senhora da Assunção, está com inscrições abertas para o festival de música católica. O São José Festival está em sua segunda edição.  Os interessados em participar do evento devem ler o regulamento e fazer a inscrição através do www.facebook.com/saojosefest, ou pelo e-mail: saojosefetival@gmail.com ou telefone (22) 99909-4526. Segundo informou a organização do Festival, na primeira edição, bandas e músicos de todo o Estado do Rio de Janeiro se inscreveram. Nesta  edição, a premiação para o 1º Lugar é de R$ 1.500,00, para o 2º,  R$900,00 e o 3º, R$ 600,00, todos com troféus. Ainda segundo a organização, a música campeã terá o clip gravado. Por João Dias Arte: Divulgação

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