Niterói

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Bispo Auxiliar receberá imagem de Nazaré na Base Aérea do Galeão

Na sexta-feira, dia 02 de agosto, a Arquidiocese de Niterói receberá a visita da imagem peregrina do Círio de Nazaré, uma das maiores manifestações religiosas em homenagem a Nossa Senhora. O Bispo Auxiliar de Niterói, Dom Luiz Antonio, irá recepcionar a imagem na Base Aérea do Galeão. Após a recepção na Base, a imagem segue diretamente para a Catedral São João Batista, onde haverá um momento de Oração. Às 12h, o Arcebispo Metropolitano de Niterói, Dom José Francisco, celebrará a Santa Missa, na Catedral de São João Batista, no Centro de Niterói, que será transmitida pela Rádio Anunciadora e Rede ArqNit. Após a Santa Celebração, a imagem segue de barca para a cidade do Rio de Janeiro, onde cariocas homenagearão a Padroeira dos paraenses. Até domingo, dia 4 de agosto, a Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro programou uma série de eventos. Esta é a décima primeira edição do Círio de Nazaré, na cidade do Rio de Janeiro, trazido ao Rio pelo Cardeal Arcebispo Dom Orani João Tempesta que, por quatro anos, foi Arcebispo de Belém do Pará. A celebração ocorre, tradicionalmente, no segundo domingo de outubro, em Belém do Pará. Por João Dias Arte: Thiago Maia

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Juventude Missionária Salesiana de Niterói participa de Jornada

Um encontro abençoado e extremamente participativo, com cerca de 35 jovens da Juventude Missionária Salesiana de Niterói, assim foi a Jornada Missionária Salesiana 2019, de 15 a 20 de julho, em Resende- RJ. Segundo o Padre Denis Dutra, “Essa Jornada Missionária foi de uma riqueza espiritual muito grande, amizades foram formadas, vivenciamos o carisma salesiano da alegria, amizade e fraternidade. Tenho muito orgulho de todos os jovens por tudo que presenciamos e vivemos. E isso me faz querer, cada vez mais, gastar toda a minha vida, como nos ensinou Dom Bosco, pela Juventude. São momentos como esse que me fazem entender porque eu sou padre, porque eu sou salesiano“, finalizou o sacerdote, responsável pela Juventude Missionária Salesiana de Niterói. A Jornada teve como tema: “Sem saber acolheram anjos” Hb 13,2 , e terminou no sábado, dia 20 de julho. A Semana foi abençoada para os jovens missionários salesianos, que viveram momentos de muita alegria, fé e fraternidade. Durante todo o encontro, os jovens visitaram as casas dos moradores da comunidade, fizeram um Oratório festivo com as crianças e viveram momentos de fé, partilha, fraternidade e espiritualidade.  “A semana missionária foi uma experiência única, quando tivemos a oportunidade de sair de nossas bolhas e conhecermos a verdadeira realidade, pois muitos de nós não estávamos acostumados a ver e conviver com pessoas que estão em situação de desamparo total. Em um assentamento que fomos visitar, percebi o quão importante e forte é a palavra de Deus; muitos ali não tinham um banheiro sequer, mas mesmo assim, a palavra do santo evangelho era capaz de causar um impacto muito positivo na vida daquelas pessoas.  Foi nesse momento que percebi que encontramos Deus e Cristo nos pobres e desamparados, naqueles que morrem ante a indiferença e o desprezo, já que eles são os preferidos de Deus. Com isso, encerro, dizendo que se não houver fé, não há missão. Um grande abraço!”, destacou o Jovem Fernando de Sousa Oliveira de 17 anos. Segundo o Facebook da Juventude Missionária Salesiana de Niterói, a juventude ficou “(…) emocionada ao se despedir da comunidade e, principalmente, das amizades que foram feitas. Agradecemos aos Salesianos de Resende e à Paróquia Sagrada Família, pela hospitalidade, dedicação e empenho.” Por João Dias/Mariana Brum Fotos: Aluna Lorena Maciel, 3° serie E.M – Salesiano Santa Rosa.

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Paróquia dedicada à Nossa Senhora das Neves na Arquidiocese em festa

A Paróquia de Nossa Senhora das Neves, a única dedicada a Santa Maria Maior na Arquidiocese, situada na Rua Doutor Oliveira Botelho, sem número, Neves, São Gonçalo, estará em festa, entre os dias 27 de julho e 05 de agosto. No dia 27, às 18h, abertura da novena e Santa Missa. No dia 05 de agosto, dia da Padroeira, às 19h, Santa Missa Solene, sob a presidência do Arcebispo de Niterói, Dom José Francisco. Segundo o portal A12, “depois da proclamação do dogma da Maternidade divina de Maria no Concílio de Éfeso (ano 431), o Papa Sixto III consagrou em Roma uma Basílica em honra da Virgem, chamada posteriormente Santa Maria Maior. É a mais antiga igreja dedicada a Nossa Senhora”. “(…) Santa Maria Maior é também invocada como Nossa Senhora das Neves, devido a uma antiga lenda, segundo a qual um casal romano, que pedia à Virgem luzes para saber como empregar a sua fortuna, recebeu em sonhos a mensagem de que Santa Maria desejava que lhe fosse erigido um templo, precisamente num lugar do monte Esquilino, que aparecesse coberto de neve. Isto aconteceu na noite de 4 para 5 de agosto, em pleno verão: no dia seguinte, o terreno onde hoje se ergue a Basílica amanheceu inteiramente nevado”. “(…) Segundo uma piedosa lenda, certo patrício romano chamado João, de comum acordo com a sua esposa, resolveu dedicar os seus bens a honrar a Mãe de Deus, mas não sabia ao certo como fazê-lo. No meio da sua perplexidade, teve um sonho – como também o teve o Papa – pelo qual soube que a Virgem desejava que se construísse um templo em sua honra, no monte Esquilino, que apareceu coberto de neve – coisa insólita – no dia 5 de agosto”. Na Paróquia dedicada à Santa, no bairro de Neves em São Gonçalo, também haverá no domingo, dia 4 de agosto, a tradicional feijoada da Padroeira, a partir das 12h. Confira a programação dessa festa: Por João Dias com informações do Padre Ricardo Dias Trechos da história da Santa portal A12 Arte: divulgação Foto: Reprodução do Facebook da paróquia

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11º Mutirão de Comunicação em números

De 18 a 21 de julho, Goiânia foi o palco do 11º Mutirão Brasileiro de Comunicação que contou, inclusive com intérpretes de Libras, durante todo o encontro.  Mais de 200 pessoas formaram a equipe de apoio, para que tudo acontecesse de forma magistral. A programação, com mais de 28 palestras e vários expositores, 600 comunicadores, de 22 estados brasileiros dos mais diversos segmentos, refletiu sobre “Comunicação, Democracia e Responsabilidade”. A Arquidiocese de Niterói foi representada pelo Padre Ricardo Mota, Coordenador do Setor de Comunicação. Desde 1998, a cada 2 anos, realiza-se o Muticom, reunindo agentes da Pastoral de Comunicação (Pascom), Bispos, sacerdotes, seminaristas, diáconos, religiosos, leigos, pesquisadores, para o aprofundamento, troca de conhecimentos e análise crítica, a partir de estudos e práticas de comunicação no âmbito da Igreja e da sociedade. Segundo o Coordenador do Regional Leste 1, Adielson Agrelos: “O Muticom surge em 1998, com a ideia de dialogar no âmbito das comunicações, principalmente com a comunidade acadêmica. Com o passar do tempo, houve mudanças e hoje entra no hall dos grandes encontros organizados pela Igreja do Brasil. Oportunidade de qualificação, formação contínua, debate e troca de experiências: é difícil não querer ir ao mutirão de comunicação.” História* A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil vem promovendo, desde 1998, os chamados Mutirões Brasileiros de Comunicação, que tiveram início entre os anos de 1970 e final da década de 1990, dando continuidade aos Congressos Brasileiros de Comunicação Social, realizados pela União Cristã Brasileira de Comunicação – UCBC. O que caracteriza os Mutirões, diferenciando-os dos Congressos, é seu objetivo específico, voltado para a reflexão sobre os caminhos e as perspectivas das relações entre a Igreja Católica, a sociedade brasileira e a cultura contemporânea, no campo da Comunicação. Os congressos da UCBC representaram, em sua época, nas décadas de 70 a 90, um movimento de profissionais cristãos, predominantemente católicos, apoiado pela CNBB, voltado para o alcance de três grandes objetivos de interesse para a sociedade: 1º) Refletir sobre as políticas e as práticas da comunicação do país, no contexto da luta que se movia contra todo tipo de repressão política. 2º) Prestar um serviço às lideranças populares e aos educadores, no campo específico da formação de referenciais metodológicos, para consolidar programas de educação para a comunicação em todo o Brasil. 3º) Contribuir com as comunidades cristãs, no sentido de promover a nascente pastoral da comunicação no país. Nascia, sob a liderança do Frei Romeu Dale, dominicano, assessor especial de Dom Helder Câmara, nas sessões do Vaticano II e autor dos primeiros estudos em torno dos documentos da Igreja sobre Comunicação Social, a UCBC. A instituição contou sempre com o apoio do Setor de Comunicação Social da CNBB, recebendo em seus congressos, como palestrantes, bispos com reconhecida atuação no campo das comunicações sociais, como Dom Brandão Vilela, Dom Helder Câmara, Dom Ivo Lorscheiter, Dom Paulo Evaristo Arns, Dom José Maria Pires, Dom Luciano Mendes de Almeida, entre tantos outros. Os membros da UCBC tiveram participação, como colaboradores, em numerosas ações da Igreja, entre as quais a consolidação da Equipe de Reflexão do Setor de Comunicação da CNBB. Com a decisão da diretoria da UCBC, em meados dos anos de 1990, de encerrar a promoção de seus congressos nacionais, as organizações de comunicação vinculadas à Igreja, além da própria UCBC, a Rede Católica de Rádios, a UNDA-BR e a OCIC-BR uniram-se ao, então, Setor de Comunicação da CNBB, para dar continuidade à nova proposta que emergia na Igreja, os Mutirões Brasileiros de Comunicação. Emergiram com propostas voltadas para provocar debates sobre as políticas e a democratização da comunicação, as relações geradas pela cultura das novas tecnologias, no campo da Comunicação e a mobilização dos agentes da pastoral da comunicação do Brasil, em eventos bianuais. Objetivo O objetivo do Mutirão Brasileiro de Comunicação é reunir comunicadores, profissionais, pesquisadores, agentes de pastoral e autoridades da Igreja e civis, para refletirem, conjuntamente, sobre a democratização e as políticas de comunicação, as perspectivas das relações entre a Igreja Católica, a sociedade brasileira e a cultura contemporânea, no campo da Comunicação Social. Nesse sentido, cada mutirão trabalha com um tema motivador, buscando refletir e aprofundar aspectos teóricos e práticos da vivência e das políticas de comunicação na Igreja e na sociedade. Desenvolvem também atividades de aperfeiçoamento técnico-profissional, e de educação para a comunicação, exposições culturais e pesquisas na área e outros assuntos vigentes do momento. Com esta dinâmica, os Mutirões convertem-se em espaço de construção conjunta, que pretende inovar as práticas e sinalizar com novas balizas o pensamento da comunicação no ambiente da Igreja e da sociedade. Para alcançar tais objetivos, os Mutirões Brasileiros de Comunicação reúnem, em cada edição, um grande número de comunicadores do Brasil e, principalmente, da região onde é promovido, que estejam comprometidos com um objetivo central, qual seja: fazer da comunicação, de suas políticas e de suas mídias o principal lugar de construção de outra ordem social, de relações justas e solidárias, sinal do Reino anunciado pelo Mestre Perfeito da Comunicação, Jesus Cristo. Missão A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, através da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, a Arquidiocese que o sedia e a SIGNIS sustentam o propósito de continuar com a tradição dos Mutirões. A expectativa é de que se mantenha o objetivo de estar servindo à Igreja e à sociedade, como um fórum nacional de debate, destinado a produzir comunicação, refletir sobre ela e propor caminhos de mudança, à luz dos ensinamentos da Igreja e de Jesus Cristo, abrindo uma trilha para um diálogo permanente sobre a justiça global, a solidariedade entre os povos e a fraternidade social, pilares de uma comunicação humana e democrática. Linha do tempo 1º (1998) – Belo Horizonte – Minas Gerais – Tema: Solidariedade-Ética-Cidadania 2º (2000) – São Paulo – São Paulo – Tema: Relações Solidárias na Aldeia e no Global 3º (2003) – Salvador – Bahia – Tema: Comunicação para outra Ordem Social 4º (2005) – Guarapari – Espírito Santo – Tema: Comunicação e Responsabilidade Social 5º (2007) – Belém – Pará – Tema: Comunicação e Amazônia – Fé e Cultura de Paz 6º […]

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