Niterói

SUPERANDO LIMITAÇÕES – Religião e Ciência

Ao longo da história, percebemos conflitos entre duas grandes chaves da humanidade: Psicologia e Religião. Paradigmas e crenças vêm sendo rompidos desde que a cultura se estabeleceu. E esta briga entre ciência e religião é algo determinado desde os primórdios da aculturação das civilizações.

Ataques contra a religiosidade, aos ensinamentos bíblicos, têm sido lançados nos campos psicológico, filosófico e biológico.

Karl Marx tentou derrubar a fé cristã pelo determinismo materialista e ainda Charles Darwin lançou sua teoria evolucionista há quase 150 anos, mas ela continua fazendo vitimas em nossas escolas e universidades. Para Darwin, as incríveis maravilhas da Criação nada mais são do que um processo natural, que age por acaso durante bilhões de anos.

Freud, considerado o pai da psicanálise, postulou que o conceito de Deus é uma projeção da mente, que cria um pai substituto, necessário para a estabilidade emocional de pessoas fracas e medrosas.

Compreende-se que há um ataque de grandes personalidades da história aos valores religiosos, questionando a veracidade dos eventos centrais da fé.

E nessa relação, a mídia acrescenta seu apoio, publicando artigos e passando documentários que lançam dúvidas sobre alguns fatos centrais, como por exemplo, incitam o cristianismo, com relação à veracidade do nascimento virginal de Jesus, sua ressurreição e ascensão.

Mas também, temos grandes personalidades que defendem a religião, por exemplo Carl Gustav Jung. Em seu livro intitulado Modern Man in Search of a Soul (O homem moderno em busca da Alma), diz que um analista precisa fornecer ao seu paciente, enfermo emocionalmente, uma fé que o ajude a vencer o temor da escuridão. Ajudá-lo a vencer o desespero e a desilusão no mundo que domina sua vida, precisa de alguma percepção (insight) que o permita alcançar saúde emocional.

Sendo assim, todo ser humano precisa de, pelo menos, quatro coisas: amor, fé, esperança e compreensão. Só podemos encontrá-las através de uma filosofia de vida que fornece estes elementos essenciais ao bem-estar do homem, como por exemplo: a religião.

Unir a religião à psicologia, aprofundando-se em estudiosos desses campos do saber é colaborar com a compreensão da totalidade do homem, é criar um vínculo de credibilidade com o indivíduo, e assim poder ajudá-lo a superar seus traumas e medos. Unir a ciência à religião é possível.

Um Ano Novo abençoado à luz da verdade!

Por Drª Loíse de Oliveira Caputo

Católico